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    Brasil: Padrasto mata criança de 4 anos por ela não parar de chorar

    Um homem matou o enteado de apenas 4 anos e deixou a mãe da criança ferida na noite do último sábado (12), na cidade de Santo Antônio de Jesus, interior da Bahia. O crime chocou todo o país. Segundo a polícia, o assassino desferiu 20 golpes de peixeira no menino porque a criança “não parava de chorar”. No momento do ataque, o menino presenciava a mãe sendo esfaqueada pelo padrasto. A mulher foi socorrida com 8 perfurações.

    O delegado do caso disse à imprensa local que, após o ataque, o homem se jogou do primeiro andar do prédio. “Com a chegada da Polícia Militar, ele aplicou um golpe de peixeira no próprio corpo e se jogou da janela do primeiro andar”. Para o delegado, ele tentou simular um suicídio.

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    A mãe era de Salvador e o casal se encontrava apenas nos fins de semana. Ela aproveitou o Dia das Crianças para apresentar o filho ao namorado dela. “Durante este último encontro, o homem se alterou do nada, e falou que a mãe do menino estaria traindo lhe traindo. Foi aí que ele foi até a cozinha, pegou a peixeira e começou a desferir os golpes”, conta o delegado. O ataque, presenciado pela criança, começou no banheiro e se estendeu pelo corredor da residência, terminando perto da janela, de onde a mulher se jogou. Neste momento, o namorado dela ficou sozinho com a criança e a atacou por 20 vezes com a peixeira.

    Em interrogatório, o homem confessou o crime e disse ter matado a criança por que ela “não parava de chorar” e gritar pela mãe. O delegado conta, ainda, que o homem também não conseguiu explicar a história da suposta traição. “Ele não demonstrou nenhum remorso, pelo contrário, foi bem frio, falou que tentou matar a companheira porque ela estaria lhe traindo, mas sem nenhuma evidência”.

    O homem está no Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus e foi autuado em flagrante pelo assassinato do menino. As investigações levantaram que o homem não possui nenhum problema psiquiátrico ou psicológico. Foi encontrada ainda uma pequena quantidade de maconha no quarto do agressor. Ele responderá por homicídio triplamente qualificado: motivo cruel, impossibilidade de defesa da vítima e motivo torpe.

    O homem também irá responder por tentativa de homicídio duplamente qualificada – por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima por causa do do ataque à namorada.

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