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    Camareira grava vídeo antes de morrer

    Vítima foi atingida com soda cáustica jogada por colega de trabalho dentro de um ônibus

    Vera Lúcia da Paixão, 38 anos, morreu quase dois meses depois de ser atingida por soda cáustica jogada por uma colega de trabalho dentro de um ônibus, no trecho do município de Vila do Abrantes, na RMS (região metropolitana de Salvador). A vitima e a acusada trabalhavam juntas em um hotel na Praia do Forte. De acordo com informações da Central de Polícia, a vítima estava internada desde o dia 11 de junho.

    Poucos dias antes de morrer, Vera Lúcia gravou um vídeo no HGE (Hospital Geral do Estado), onde estava internada, em que fala da rotina de brigas com Adriana Gonçalves da Mota, 33 anos, acusada do crime. Ela conta que a mulher começou a insultá-la e, no dia em que estavam no refeitório, ela não aguentou as provocações e a empurrou. A discussão aconteceu 15 dias antes do crime.

    Durante o período em que ficou internada, Vera passou por três<br />
cirurgias. Permaneceu consciente a maior parte do tempo, mas não resistiu a uma<br />
infecção generalizada. Ela teve 35% do corpo queimadoDurante uma entrevista na delegacia, Adriana disse que só queria se defender. Ela contou que queria apenas dar um susto por causa da facada que a vítima teria dado nela. No vídeo gravado pelos familiares, Vera nega as acusações e disse que nunca esfaqueou a acusada.

    — Nunca, isso não existe. Eu tenho prova disso. Eu nunca peguei em uma faca.A camareira foi atacada com soda cáustica pela colega de<br />
trabalho dentro de um ônibus que levava trabalhadores do hotel de volta pra<br />
casa. Outras quatro pessoas foram atingidas, mas tiveram ferimentos leves.<br />
Adriana foi presa em flagrante 

    A camareira foi atacada com soda cáustica pela colega de trabalho dentro de um ônibus que levava trabalhadores do hotel de volta pra casa. Outras quatro pessoas foram atingidas, mas tiveram ferimentos leves. Adriana foi presa em flagrante.

     Durante o período em que ficou internada, Vera passou por três cirurgias. Permaneceu consciente a maior parte do tempo, mas não resistiu a uma infecção generalizada. Ela teve 35% do corpo queimado.

     Adaptações Plantão JTI
    Fonte/R7
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