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    Mãe de garoto que era obrigado pelo pai a praticar zoofilia vive drama

    O Conselho Tutelar entrou no caso e o primogênito confirmou à PM de Corumbiara que, realmente, sofria maus tratos, abusos sexuais e era ensinado a transar com animais.

    É dramática a situação da diarista Adriana Lentz da Silva, 34, moradora de Corumbiara, em  Rondônia, que perdeu o emprego após a divulgação de que seus dois filhos mais velhos eram maltratados pelo pai, além de um deles ser obrigado a praticar zoofilia (sexo) com animais mortos.

    O drama da mulher foi testemunhado por uma vilhenense, que a encontrou em desespero no Fórum de Cerejeiras, onde ela foi ouvida sobre os abusos praticados contra um dos filhos pelo ex-marido, num sítio a cerca de 70 km de Machadinho do Oeste.
    Por telefone, Adriana revelou detalhes da situação: os dois rapazes, de 16 e 17 anos, moravam com o pai, que tinha a guarda deles. Um dos adolescentes (o mais velho) era obrigado a cometer pequenos furtos e ensinado a praticar sexo com as criações abatidas na propriedade rural. O caçula era escalado para ficar vigiando enquanto o irmão e o pai roubavam.
    A situação foi constatada pela própria mãe, quando ela foi visitar os garotos. Eles estavam desnutridos e com sinais de espancamentos. Diante dos indícios da violência paterna, Adriana trouxe ambos para morar com ela em Corumbiara. O atual marido não aceitou receber os irmãos e abandonou a diarista com os outros três filhos, com idades entre 3 e 9 anos.
    A descoberta de que a influência do pai havia contaminado o mais velho ficou constatada quando ele começou a furtar casas na cidade e degolar animais, repetindo o ritual de sexo com eles.
    O Conselho Tutelar entrou no caso e o primogênito confirmou à PM de Corumbiara que, realmente, sofria maus tratos, abusos sexuais e era ensinado a transar com animais. Em Cerejeiras, o outro também foi ouvido e repetiu a acusação contra o pai, mas negou sofrer violência sexual.
    Desde que o caso veio à tona, mesmo sem ter participado das ações do filho ou do ex-marido, Adriana passou a viver uma rotina de humilhações. Foi demitida do emprego e, segundo conta, sempre que sai às ruas de Corumbiara, é apontada pelas pessoas. “Eu ganhava pouco, R$ 50 por dia, mas dava pelo menos para a comida. Agora, ando de cabeça baixa, choro toda hora e não sei mais o que fazer”.
    Sem renda e ameaçada de despejo, a mulher disse que pensa em comprar uma lona para erguer um barraco onde puder, e morar nele com os filhos. “Não entendo porque as pessoas me tratam desse jeito, mesmo eu não tendo feito nada de errado. Só estou tentando fazer o melhor pelos meus filhos. E venho pagando por isso”.
    Para tentar se manter até encontrar um novo emprego, a diarista demitida do mercado em que trabalhava por conta do caso envolvendo os filhos e o ex-marido, está pedindo ajuda. Quem puder colaborar, pode ligar para a própria Adriana, no celular (69) 9 8422-2736.

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    Fonte: Folha do Sul On Line


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