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    Mulher foi morta porque não quis fazer sexo com acusados do crime, diz polícia

    Testemunhas do crime foram localizadas depois que a polícia encontrou um vídeo, que circula pela internet, assista.

    O delegado Evaristo Pontes, da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), afirmou que o homem preso e o adolescente apreendido acusados do homicídio e estupro de Soraya Medeiros, em Itaguaí, Região Metropolitana do Rio, na madrugada de quinta-feira, cometeram o crime porque o mulher não queria manter relações sexuais com os dois.

    Ao longo desta madrugada, testemunhas que estavam com Soraya num bar no bairro de Chaperó contaram à polícia que a mulher não queria ir para a casa do adolescente, mas foi levada pelos dois.

    — Ela foi levada, mas mesmo assim não quis fazer sexo com eles e saiu em direção a um ponto de ônibus. No local, ela foi agredida e imobilizada até desmaiar. Segundo o depoimento do próprio adolescente, Soraya foi estuprada antes de ser morta. Ele ainda disse que não concordou com o homicídio — afirmou o delegado.

    De acordo com a DHBF, o crime foi cometido por volta das 5h de quinta-feira. Às 14h, o corpo foi encontrado pela polícia na Rua 15 a vítima foi encontrada no meio de um matagal, sem roupas, com sinais de violência e asfixia. Testemunhas do crime foram localizadas depois que a polícia encontrou um vídeo, que circula pela internet, em que a mulher aparece num bar, horas antes do crime.

    Soraya tinha 31 anos e vivia em Itaguaí
    Soraya tinha 31 anos e vivia em Itaguaí Foto: Facebook / Reprodução

    Na gravação, que dura pouco mais de dois minutos, a vítima aparece bastante alcoolizada em meio a um grupo de homens, com os quais troca palavras de baixo calão e provocações. A Polícia Civil apreendeu o telefone celular e roupas da vítima para análise. William vai responder por homicidio qualificado, estupro e corrupção de menores e o menor, de 16 anos, por estupro. Fonte/Extra

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