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    ‘Não peguei a Ana Maria Braga’, garante Amaury Jr.

    Após boatos de um caso no passado entre eles; veja foto da loira novinha

    Segundo informações do Jornal Extra uma das maiores curiosidades da biografia de Amaury Jr., após a foto sensacional de Silvio Santos vestido de noiva, surrupiada pelo colunista e publicada em “A vida é uma festa”, é o capítulo que fala de Ana Maria Braga. Durante algum tempo falou-se que a mãe do Louro José e Amaury tiveram um caso no passado.

    Tudo motivado por uma foto da apresentadora, de bustiê mostrando a barriga negativa, ao lado de Amaury, durante um baile de carnaval. “Na época, a foto foi publicada num jornal, só que foi cortada e todo mundo achava que eu tinha pegado a Ana Maria”, conta Amaury, para logo em seguida, contar a versão dos fatos: “Do meu lado esquerdo está a Ana Maria e do meu direito a Celina, minha mulher já naquela época, grávida do meu primeiro filho. Se eu tivesse alguma coisa com ela eu teria dito. Não peguei a Ana Maria Braga. Ela e a Celima são superamigas”.

    De qualquer modo, Ana Maria preferiu não dar entrevista para a biografia escrita pelo jornalista Bruno Meier. “Mas ela me mandou um bilhete carinhoso desejando sorte com o livro”, apressa-se em dizer Amaury.

    A foto polêmica sem cortes: entre a mulher e Ana Maria

    O apresentador de 65 anos conta nas páginas do livro como começou sua trajetória de mais de 50 mil entrevistas. Mas também os dissabores pelos quais qualquer pessoa que não gosta (ou beba) tanto champanhe como ele, passa. Amaury destrincha um pouco mais os assuntos que estão no que ele chama de “biografia semiautorizada”: “Não pude ler o livro antes. O Bruno não deixou. Fiquei chateado, claro. Mandei comprar, mas não li ainda”, conta o homem de gargalhada fácil e sinceridade sem firulas: “Sei de gente que não gosta de mim. Sabe qual a minha melhor resposta? Ser feliz!”.

    Silvio Santos aparece vestido de noiva em foto rara, ao lado de Luciano Calegari

    Eu era um putanheiro

    “Na minha época, só podia pegar na mão da namorada. Poxa, com os hormônios fervendo, ia fazer o quê? Ia pro puteiro de São José do Rio Preto, onde nasci. Tive gonorreia sete vezes. E olha que dos meus amigos fui o que teve menos. Conheço caras de lá que tiveram 27! Namorei até puta. Fui apaixonado”.

    Sou fiel há 40 anos

    “Muita mulher já deu em cima de mim, claro. Até amiga da minha filha e eu nem sabia. As pessoas ficam mais soltas após o segundo drinque. Se eu disser que tive casos extraconjugais, vão dizer que estou me gabando e sendo um cretino com minha mulher. Se disser que não tive, vão dizer que estou mentindo. Mas estou dizendo, sou fiel há 40 anos. Só fiquei petrificado uma vez e disse a Celina: ‘Com essa não teria jeito’. Era Charlize Theron. Ela é deslumbrante! Eu queria só jantar com ela. Não ia falar nada. Só ficar olhando”.

    Não sou rico. Mas estou bem

    “O Bruno exagerou no meu patrimônio. Não é aquilo tudo (No livro, o autor diz que além de uma casa na Flórida e o apartamento em que mora, Amaury tem mais 32 imóveis em São Paulo). Disse a ele que se chegar gente na minha porta com contas, vou mandar ir atrás dele. Comprei um sítio aqui perto de São Paulo e fui comprando outros pedacinhos de terra. O apartamento em que moro, numa área legal, em frente ao Ibirapuera, valorizou muito. Comprei por R$ 1 milhão e hoje vale R$ 15 milhões. Não estou rico. Mas estou bem”.

    “Um ano deprimido”

    “Depressão é uma coisa horrorosa. Passei um ano deprimido (em 2011 ele descobriu a doença). De uma hora para a outra, eu não queria mais nada a não ser ficar na cama. Não tornei público. Mas liguei para o Ricardo Boechat, meu amnigo, que também teve. Li muito sobre, mas passei a achar que o que eu fazia era fútil, não tinha valor. Bebia e parecia que passava, Mas o dia seguinte era pior. Passei por oito psiquiatras. Até acertar o remédio é um jogo. Tomo até hoje, regularmente. Não quis me matar. Mas ter que ir trabalhar e colocar um sorriso no rosto me matava toda noite. Aprendi a meditar. Agora, só penso ecoisas boas, positivas”.

    Amaury Jr e Flávia Alessandra: ele a acha lindíssima

    Não quero convalescer

    “Morrer não é o problema. Não tenho medo da morte. Não quero convalescer. Tomo 35 remédios por dia, incluindo Ciallis, que meu urologista receitou. Me deixa mais animado, mas é para a próstata. Não fico excitado 24h por dia. Minha mãe morreu há três semanas, aos 90 anos. Estava com debilidade senil. Ficava mal de vê-la na cama. Ela já não estava ali. Não quero isso pra mim. Não penso em aposentadoria. Se parar, eu morro”.

    Ex-BBB é celebutante

    “Se eu tivesse que escolher convidados para uma festa minha, chamaria celebridades de verdade. Hoje em dia, essa palavra está avacalhada demais. Qualquer um que aparece acha que é uma celebridade. Festa boa tem que ter o Ivo Pitanguy, que não tem nada a provar a ninguém, Pelé, uma figura incrível, Narcisa Tamborindeguy, para divertir todo mundo… Quem mais? Flávia Alessandra, uma mulher lindíssima e global. Hoje não pode faltar global em festa. Antigamente, ator de TV não era isso tudo. Agora, ex-BBB até ser alguma coisa como Grazi Massafera é apenas um ex-BBB. Não é celebridade. É celebutante”.

    Não existe bêbado, mas lubrificado

    “Não entrevisto bêbado. Mas gente que está lubrificada. E dizem que entrevisto embriagado. Acha mesmo que eu faria isso? Nunca! Gosto de beber, sim. Mas quando desliga a câmera. Em festa rola de tudo. Mas hoje estão mais caretas. Tem gente que amanhece na minha porta dizendo que estava com a amante e foi focalizado. Eu corto na edição. Não quero prejudicar ninguém“.

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