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    Padre estupra menor deficiente mental em Goiás e recebe castigo severo

    Pároco cometeu crime cruel em sauna. Menino tem idade mental de criança de 7 anos.

    O padre Fabiano Santos Gonzada, de 29 anos, ficou conhecido em todo o país no ano passado, quando foi preso em flagrante por um #Crime cruel. Ele foi acusado de estuprar um garoto de apenas 14 anos. A criança tinha deficiência mental, o que torna tal situação ainda mais grave. O abuso sexual do pároco aconteceu no mês de abril, na cidade de Caldas Novas, em Goiás. Um ano e dois meses depois, o crime voltou à tona graças a uma ampla reportagem pela revista Veja. A história foi capa da revista e já traz a resolução do caso. Apesar de tentar enganar a Justiça, os advogados do religioso – como mostra a matéria – não conseguiram reduzir a pena.

    O padre Fabiano acabou sendo condenado a 15 anos de reclusão. A pena terá que ser cumprida em regime fechado. Essa é a maior pena possível em um caso de estupro.

    Padre que abusou de garoto com deficiência pega pena máxima em GO

    O menino estuprado tem idade mental entre sete e dez anos. Por conta disso, ele realizou a ação amedrontado. A mãe do menino, que não quer ter seu nome identificado, diz que não dá para falar em felicidade por saber que o padre vai cumprir a pena máxima na prisão. Isso porque ela passou a ter problemas emocionais e ficou sem andar por quase um ano. Já o menino abusado, que até então era um bom aluno na escola, passou a ter problemas sérios. Mesmo assim, a mulher que teve que segurar uma situação como essa se disse aliviada diante de tudo o que aconteceu, já que o padre pegou a pena máxima.

    Advogados de padre tentaram enganar juíza do caso, diz Revista Veja

    A Revista Veja, que apurou o caso como sua matéria de capa dessa semana, conta como o crime aconteceu. O padre entrou em uma sauna da cidade de Caldas Novas. O menino estava perto de um cascata de água, brincando no local. Havia um outro homem na sauna, que logo deixaria o espaço. Fabiano se sentou ao lado do garoto e não demorou muito os dois já estavam conversando. Ele então beijou a boca da criança e pegou em seu órgão genital. Confusa, a criança tentou sair correndo, mas foi impedida. O padre a surpreendeu e disse que o menino somente deixaria o espaço, caso fizesse a prática de sexo oral. O menino obedeceu.

    A defesa do padre fez de tudo para confundir o julgamento. Até mesmo fotos da sauna foram feitas. O local acabou passando por uma reforma, após o acontecimento. O motivo foi questão de segurança. Como houve a reforma, o depoimento do menino foi alvo de reclamações da defesa, que alegava que a criança sequer se lembrava da sauna como era. Logo, a estratégia caiu por água abaixo e o padre teve pena máxima.




    Via/É Manchete/Blasting News
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