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    Polícia abre inquérito para investigar morte de adolescente de 14 anos em Rio Verde

    Emanuelle Souza  foi encontrada morta em uma mata no setor Veneza.

    A Polícia Civil abriu inquérito nesta quinta-feira (16) para investigar a morte de uma adolescente de 14 anos em Rio Verde, no Sudoeste Goiano. O corpo de Emanuelle Souza  foi encontrado por um usuário de drogas nesta quinta-feira (16) em uma mata no setor Veneza, por volta das 11 horas da manhã.

    A polícia não descarta nenhuma hipótese. Em entrevista a TV Sucesso o Delegado Adelson Candeo, responsável pela investigação relatou que a família da adolescente só registrou o desaparecimento na Polícia Civil na manhã de ontem.

    A mãe não havia registrado o desaparecimento antes; devido ao fato da garota já ter desaparecido outras vezes sem avisar aos familiares. Inclusive em outras ocasiões a mãe da adolescente já havia procurado a delegacia para registrar o seu desaparecimento, mas a garota sempre era encontrada, e de acordo o Delegado, em locais mal frequentados e na companhia de pessoas que usavam drogas.

    Devido a estes fatos, a mãe não deu tanta importância ao desaparecimento de Emanuelle, mas o que a deixou preocupada foi o fato da garota não acionar o seu celular, e estar off-line dois dias seguidos.

    Vítima de homicido: Bruno Souza Gomes, irmão da adolescente encontrada morta.

     

    Sobre a possível autoria o Delegado disse apenas que nem uma hipótese ainda foi descartada, Emanuelle foi morta por um objeto cortante. O repórter da TV Sucesso questionou ao Delegado se a morte da adolescente poderia ser pelo fato da garota esta comentando na cidade que queria vingar a morte de seu irmão Bruno que foi assassinado no ano de 2017.

    O Delegado Adelson Candeo não descartou esta possibilidade, mas fez questão de ressaltar que esta não é a linha de investigação  prioritária. De acordo o Policial os dois assassinos do irmão da adolescente foram identificados e presos em novembro do ano passado, mas somente um dos acusado permaneceu preso, o outro foi solto trinta dias após ser detido em prisão temporária, devido ao fato, da justiça não ter convertido para prisão preventiva.

    “Inicialmente, trabalhamos com várias linhas de investigação, é prematuro informarmos algo sobre a autoria e motivação do crime”, destacou Delegado Adelson Candeo .

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