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    Polícia Civil realiza Operação “Zap Zap II”

    À partir de agora, novas diligências serão realizadas para identificar os outros envolvidos nesta associação criminosa que também serão indiciados, assim como foi feito na primeira edição da Operação ZAPZAP.

    A Polícia Civil de Goianésia, cidade localizada na Região Central de Goiás, através do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos – GENARC da 15ª DRP -, deu seqüência à Operação ZAP ZAP, edição número 02, ao tirar de circulação duas pessoas suspeitas de envolvimento com os crimes de Tráfico de Drogas e Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

    A primeira edição da Operação foi desencadeada no início do mês de agosto.

    Na ocasião quatro pessoas foram indiciadas pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, sendo que a organização criminosa também era liderada por detentos da Unidade Prisional de Goianésia que utilizam o aplicativo Whatsapp para concretizar as negociações de Tráfico de Drogas com outras pessoas por eles aliciadas e também com outros traficantes de Goianésia.

    IMG-20150924-WA0471 (1)Nesta operação, de acordo com as investigações, um preso que cumpre pena na cadeia local teria aliciado sua amásia para realizar a distribuição de drogas a outros traficantes da cidade, e por volta das 20h00 de quarta-feira, 23, as Equipes do GENARC que estavam de campana, ao avistar um pequeno traficante já bem conhecido no meio policial, que possivelmente teria ido ao local para adquirir, resolveram realizar abordagem no veículo do suspeito Robert Rodrigues Carneiro, 19 anos. Este, ao perceber a presença dos Policiais, tentou dispensar um revólver calibre 38 municiado.

    IMG-20150924-WA0473Logo outra equipe adentrou na residência de Raquel Alves dos Santos, 41 anos e logo foram encontrados e apreendidos 240 gramas de crack, 112 gramas de cocaína, uma balança de precisão digital, além da quantia de R$ 1.510,00 em dinheiro.

    Ainda no local Raquel teria confessado que a droga era de sua propriedade e era destinada ao comércio, mas negou que estaria vendendo as drogas para seu amásio que cumpre pena pelos crimes de tráfico de drogas, roubo e homicídio.

    Ainda de acordo com as investigações, Raquel e outros detentos do CIS realizam as negociações de drogas através de telefones e por meio do aplicativo Whatsapp e neste caso específico, passaram a utilizar também o Facebook.

    Com informações do GENARC de Goianésia

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