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    Promotor oferece denúncia contra acusado de matar jovem no Lago Bom Sucesso em Jataí

    O denunciado assassinou a tiros o jovem e demonstrando total desprezo pela vida humana, ainda chutou o rosto da vítima caída ao chão.

    Acusado de ser o autor: Rodolfo da Silva Nobre, 22 anos

    Acusado de ser o autor: Rodolfo da Silva Nobre, 22 anos

    O promotor de Justiça Paulo de Tharso Brondi de Paula Rodrigues ofereceu na tarde desta terça-feira (27) denuncia contra RODOLFO DA SILVA NOBRE, suspeito de matar no dia 06 de setembro deste ano, o Jovem Jonato Carvalho Rezende, no Lago Bom Sucesso, situado na BR-158, KM-12, em Jataí-GO (relembre o caso).

    O crime teve motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, utilizando-se de arma de fogo. O suspeito fugiu logo após cometer o crime, mas acabou preso por uma equipe da Delegacia de Homicídios de Jataí (relembre).

    Vítima: Jonato Carvalho Rezende

    Vítima: Jonato Carvalho Rezende

    De acordo com o promotor, Paulo Brondi, Rodolfo foi denunciado pelo crime de homicídio e também por corromper o menor M. L. de A. F. a participar da prática do mesmo crime.

    As qualificadoras são o motivo fútil, e sem nenhuma manifestação prévia, o acusado, surgiu pelas costas da vítima e, à queima-roupa e sem oportunizar nenhuma possibilidade de defesa, efetuou um ou dois disparos. De imediato, com esta caída ao chão, o denunciado disparou por outras quatro ou cinco vezes. E demonstrando total desprezo pela vida humana, Rodolfo ainda chutou o rosto do ofendido.

    Autor e seu comparsa o menor de idade.

    Autor e seu comparsa o menor de idade.

    Por fim, verifica-se, pelas folhas de antecedentes criminais do denunciado, que ele está rotineiramente envolvido em atividades criminosas, inclusive em crimes graves, como o tráfico de drogas. Nesse momento, com o oferecimento da presente denúncia, passam a ser processados por outros vários ilícitos gravíssimos: homicídio qualificado consumado, além de corrupção de menores e porte ilegal de arma de fogo. Assim sendo, entende o Ministério Público que a sua prisão preventiva deve ser mantida, com o fundamento da proteção da ordem pública, em especial no aspecto relacionado ao efetivo risco de reiteração criminosa.

    Assista a entrevista do Promotor Paulo Brondi;

    Assista:

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